Um vestido branco…

Sonhos e realizações!

Quando os seres humanos se estabeleceram de forma fixa, a sociedade ficou mais estruturada. Assim, ao passarem mais tempo em um só lugar, precisaram criar laços e acordos. Dessa maneira vieram os casamentos e o surgimento de vestidos para ocasião.

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Uma das primeiras evidências de uma cerimônia de casamento, foi em 2350 a.C, na Mesopotâmia.

Sobretudo, na Idade Antiga, o casamento era definido por alianças entre famílias. De forma estratégica, trazia benefícios econômicos para ambas as partes. Por isso, eram arranjados! Os envolvidos não tinham escolha, tudo era decidido e acordado pelos pais.

Depois, se popularizou entre hebreus, gregos e romanos.

A princípio, na época, o casamento tinha como objetivo, garantir que o filho de um homem fosse biologicamente herdeiro dele. Para que seus bens continuassem na família.

Por consequência, a mulher era tratada como propriedade daquele homem, e seu propósito era só de procriar!

Quando a Igreja Católica Romana, se tornou uma instituição importante na Europa, ter a benção de um padre era preciso, para que o casamento fosse reconhecido.

Na época, os vestidos tinham cores variadas. Cada noiva usava a que lhe agradasse mais, e de acordo com sua posição pessoal dentro da sociedade.

Registros indicam, que a tradição de usar vestido branco teve origem em 1840, com a Rainha Vitória do Reino Unido. Quando se casou com o Príncipe Albert, usando um vestido branco de cetim e renda, com flores.

O amor de uma Rainha

Dessa forma, o famoso casamento da Rainha Vitória marcou a cor branca. Antes de mais nada, ela foi a primeira mulher a escolher seu marido, e casar-se por amor! Desde então, a cor passou a ser inspiração, e símbolo da pureza, romantismo e amor.

Já em meados de 1900, a tradição de passar rendas e véus, de geração em geração, de mãe para filha, marcaram uma era. Os vestidos, eram longos, com muitas rendas, flores e fitas. 

Do mesmo modo, as mudanças de penteados, maquiagens, véus, sapatos, acessórios e, até do tipo de buquê usados em diferentes épocas, também podem ser percebidas ao longo da história.

Os vestidos dos anos 1950, ficaram marcados pelas mangas longas e rendadas, com gola fechada. Inspirados no New Look de Dior, a silhueta marcada e saia mídi, foram destaques da época. 

Grace Kelly, Princesa de Mônaco, ao casar com o Príncipe Rainier III, em 1956, usou um vestido que marcou a década, e é referência até hoje. 

Assim também com o surgimento da minissaia na década de 1960, muitas noivas optaram por encurtar o comprimento, ou usar o vestido tubinho, criado por Yves Saint Laurent. Mas, vestido e véu com rendas bordadas também estavam em alta. 

Do artesanal ao exagero….

Chegamos ao movimento hippie. Nos anos 1970, os vestidos eram bem artesanais, tinham texturas, elementos naturais, rendas e bordados. Os mais populares tinham corte reto, caimento mais largo na cintura, leve, fluído e com menos volume. 

Logo depois, em 1980, conhecida como época dos exageros, foi marcada por vestidos coloridos, babados, pedrarias, ombreiras e volume, tanto na parte de baixo, como nas mangas bufantes, e penteados bastante volumosos. 

Um vestido icônico e extravagante, foi o de Diana, que se casou com o Príncipe Charles, em 1981. Outra união da realeza que serviu de inspiração para muitas noivas!

Na contramão da década anterior, os anos 1990 foram marcados pelo minimalismo. Absorveram uma tendência “clean”, sem tantas informações, bordados, babados e sem o volume exagerado.

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Enfim, os vestidos de noivas se modernizaram, e evoluíram ainda mais, com variações de estilos, que agradam a todas. Assim, é possível misturar o clássico com o moderno, como usar um tênis por exemplo!

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