Uma técnica milenar

... e sempre atual

O Shibori surgiu no Japão, por volta do século VIII, aproximadamente, trazido da China.

É uma técnica de tingimento manual, que produz padrões no tecido. Em outras palavras, consiste em costurar, dobrar, amarrar ou prender o tecido. Para depois mergulhá-lo em tintura. Assim, as partes amarradas ou presas, não são tingidas resultando em estampas únicas.

Tradicionalmente na cor azul, feito com índigo natural, extraído de plantas.

Hoje, ainda predomina o azul, como uma “marca registrada” da técnica, mesmo tendo corantes de todas as cores a disposição no mercado.

O mais interessante dos padrões criados com Shibori, é que por mais que se tente repetir, usando a mesma técnica, é impossível reproduzir exatamente efeitos iguais.

Ou seja, por ser uma técnica artesanal, há infinitas variações dentro da mesma repetição, o que faz que cada peça seja única e exclusiva. Verdadeiras obras de arte!

Shibori x Tie-dye

Mas, qual a diferença entre os dois?

No tie-dye as manchas são aleatórias e imprevisíveis.

Enquanto no shibori, podemos criar padrões geométricos, ou orgânicos, pré-escolhidos, envolvendo técnicas precisas para atingir o resultado desejado.

Princípios do shibori

Desse modo, o fascinante é que a forma de manipular o tecido, antes do seu tingimento, pode ter resultados surpreendentes, e com infinitas possibilidades de criação.

Sobretudo ele oferece uma enorme diversidade de padrões, que variam de acordo com a maneira de se manipular o tecido, antes do seu tingimento.

Suas técnicas podem ser simples, ou muito elaboradas, podendo levar até meses para serem concluídas, antes da imersão no corante.

Portanto, o curso Shibori estamparia japonesa, mostra as ferramentas, que provavelmente você já tem em casa. O passo a passo de cada técnica e suas variações, com dicas de materiais alternativos e conservação.

Descubra mais na prática…

  • Os caminhos do shibori pela história.
  • Tipos de tecidos que podem ser usados.
  • Tipos de corantes.
  • Materiais alternativos.
  • Passo a passo de sete técnicas e suas variações: Kanoko, Itajime, Favo de mel, Arashi, Itajime, Kume e Mokume.
  • Dobras e resultados.

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